
Cultura do cartaz.
Neste final de semana mais precisamente no sábado fui ver a exposição de cartazes no instituto Tomie Ohtake, a mostra reúne mais de 150 cartazes de música, teatro, artes plásticas, cinema, circo e política. O local da instituição fica na Av. Faria Lima.
O acervo mostra a história do cartaz brasileiro, deste os anos 50 até os dias atuais, as diferentes linguagens através do tempo, são percebidas na exposição, incluindo cartazs de propaganda e cartazes artísticos (sem fins de venda).
Nos anos 50 mostra claramente que os cartazes seguiam uma tendência da escola alemã Bauhaus, com planos e linhas retas, seguindo a lógica do construtivismo russo. Depois os cartazes começam a se tornar mais dinâmicos, com mais cores e o uso da fotografia, e diagramações informais, chegando aos dias de hoje com a grande ajuda do computador.
Breve analise dos cartazes.
Os cartazes dos anos 50, em sua grande massa possuem elementos planos, linha e ângulos formais, suas composições eram rígidas, alguns colocavam dinamismo no cartaz através da tipografia, em sua grande maioria os cartazes possuam o conceito “clean”.

Os cartazes dos anos 60 e 70, ficam mais dinâmicos, e incorporam elementos psicodélicos, aparecem os cartazes de filmes e propaganda, em sua grande maioria utilizando de fotografias e ilustrações para transmitir suas mensagens.
Nos anos 90 e inicio do séc XXI, entra a presença do computador, possibilitando o infinito na criação, aparecem cartazes que se utilizam de profusão e opacidade, curvas e bolas extremamente calculados (lembrando que o “calculo” e a ilusão da opacidade já eram aplicados na arte, principalmente pelas vanguardas do séc 19), além da sobreposição e utilização das artes gráficas para mostrar e passar a mensagem desejada.
Lá estão presentes cartazes de grandes designers gráficos, como Alexandre Wollner, João Baptista da Costa Aguiar, Ziraldo, Elifas Andreato e Almir Mavignier.
Neste final de semana mais precisamente no sábado fui ver a exposição de cartazes no instituto Tomie Ohtake, a mostra reúne mais de 150 cartazes de música, teatro, artes plásticas, cinema, circo e política. O local da instituição fica na Av. Faria Lima.
O acervo mostra a história do cartaz brasileiro, deste os anos 50 até os dias atuais, as diferentes linguagens através do tempo, são percebidas na exposição, incluindo cartazs de propaganda e cartazes artísticos (sem fins de venda).
Nos anos 50 mostra claramente que os cartazes seguiam uma tendência da escola alemã Bauhaus, com planos e linhas retas, seguindo a lógica do construtivismo russo. Depois os cartazes começam a se tornar mais dinâmicos, com mais cores e o uso da fotografia, e diagramações informais, chegando aos dias de hoje com a grande ajuda do computador.Breve analise dos cartazes.
Os cartazes dos anos 50, em sua grande massa possuem elementos planos, linha e ângulos formais, suas composições eram rígidas, alguns colocavam dinamismo no cartaz através da tipografia, em sua grande maioria os cartazes possuam o conceito “clean”.

Os cartazes dos anos 60 e 70, ficam mais dinâmicos, e incorporam elementos psicodélicos, aparecem os cartazes de filmes e propaganda, em sua grande maioria utilizando de fotografias e ilustrações para transmitir suas mensagens.
Nos anos 90 e inicio do séc XXI, entra a presença do computador, possibilitando o infinito na criação, aparecem cartazes que se utilizam de profusão e opacidade, curvas e bolas extremamente calculados (lembrando que o “calculo” e a ilusão da opacidade já eram aplicados na arte, principalmente pelas vanguardas do séc 19), além da sobreposição e utilização das artes gráficas para mostrar e passar a mensagem desejada.
Lá estão presentes cartazes de grandes designers gráficos, como Alexandre Wollner, João Baptista da Costa Aguiar, Ziraldo, Elifas Andreato e Almir Mavignier.

Obs: Todas as imagens são de cartazes que estão nas exposições, mais elas foram abaixadas da internet para a melhoria de sua visualização. (Fotos do meu cel estão horriveis)
A exposição é gratuita, e vai até dia 8 de junho.
Um comentário:
Ok. Este post valeu 2 horas de atividades complementares para você.
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